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CART orienta pescadores sobre cuidados com fauna

Terça-Feira, 26 de Junho de 2018

Prática recorrente, principalmente aos finais de semana, o corte de alambrados que funcionam como cerca de condução de animais às margens da SP-270 – Rodovia Raposo Tavares oferece riscos aos motoristas, além de prejudicar um complexo trabalho de preservação à fauna silvestre que habita as áreas de vegetação nas imediações. Como forma de conscientizar a população, especialmente pescadores da região de Presidente Prudente, a CART – Concessionária Auto Raposo Tavares alerta da importância da colaboração de todos para evitar acidentes envolvendo animais. 

Equipes de Operação da concessionária encontram frequentemente partes dos alambrados cortados, principalmente nas proximidades de rios e lagos, danificados por pessoas que querem acessar os cursos d’água para pescaria esportiva. A área de maior incidência compreende um segmento de 92 km de rodovia, de Paraguaçu Paulista a Álvares Machado, onde existem quatro pontos críticos de atropelamento, que foram tratados com a instalação do telamento e de passagens de fauna.

Dentre as ações que a CART promove em seu Programa de Mitigação de Atropelamento de Fauna, a mais importante é a estrutura que oferece condições adequadas de passagem dos animais de um lado para o outro da rodovia em segurança. “Os pontos de travessia são formados pela estrutura física além do telamento, cuja função é direcionar os animais para estas passagens de fauna, por baixo da rodovia. Quando cortado o alambrado, é criado um funil, por onde os animais escapam para a via, com risco de acidentes”, explica Osnir Giacon, gerente de Meio Ambiente.

O descarte irregular de alimentos pelos pescadores nas beiradas dos cursos d’água, até nas faixas de domínio, oferece outro risco. Os resíduos atraem para as proximidades das rodovias animais silvestres e domésticos, podendo provocar acidentes.

Outro processo prejudicado em decorrência do corte das telas é o aprendizado dos animais. Pela literatura científica, algumas espécies levam até três anos para aprender a utilizar as passagens. Em um dos pontos tratados, entre Maracaí e Regente Feijó, os atropelamentos de fauna apresentaram redução de 72%.

“Reduzir os impactos da Rodovia no Meio Ambiente e manter nossa fauna protegida é um desafio diário, que envolve um conjunto de ações desenvolvidas pela concessionária, desde o mapeamento das ocorrências até o planejamento e execução de obras de mitigação. E outra etapa importante é a colaboração de todos. Daí o apelo aos pescadores, que sejam conscientes e preservem as telas de condução das passagens de fauna”, reforça.

A CART recomenda também não estacionar na faixa de domínio, prática recorrente de pescadores. Os espaços são destinados exclusivamente para paradas emergenciais, em casos de pane mecânica ou acidentes, por exemplo.

Sobre a CART

A CART, uma empresa Invepar Rodovias, administra o Corredor CART, que é formado pelas rodovias SP-225 João Baptista Cabral Rennó, SP-327 Orlando Quagliato e SP-270 Raposo Tavares, no total de 834 quilômetros entre Presidente Epitácio e Bauru, sendo 444 no eixo principal e 390 quilômetros de vicinais. A CART está entre as 10 melhores Concessionárias de Rodovias do Estado de SP de acordo ranking divulgado pela ARTESP - Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo, órgão que regulamenta e fiscaliza o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo. Em 2017, a CART conquistou o troféu “Relacionamento com a sociedade” em evento promovido pela ARTESP  no Prêmio “Concessionária do Ano”. Ainda no mesmo ano, a empresa foi premiada na 23ª edição do Prêmio FIESP Mérito Ambiental em que recebeu menção honrosa na categoria “Destaque Responsabilidade Socioambiental” com o Projeto “Seguindo em Frente”. A constante modernização nas rodovias realizadas pela CART contribuem para a expansão do comércio, indústria, do agronegócio, do turismo e da prestação de serviços nos municípios cortados pelo Corredor Raposo Tavares. A agilidade da rodovia duplicada e monitorada confere segurança no trânsito de cargas e conecta o Oeste Paulista com os principais pontos de escoamento da produção do Brasil.

 

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